Noite de Fado


Sábado, 28 de abril, é Noite de Fado no Teatro da Vilarinha, às 21h30. Entrada livre.

FADO EM NOITE À PORTUGUESA conta com a participação dos fadistas Nelson Duarte, Emídio Rodrigues, Patrícia Costa e Alexandra Guimarães. André Teixeira à viola e Miguel Amaral à guitarra.

O espectáculo encerra o programa de Aldoar em Homenagem ao Fado, uma iniciativa da Junta de Freguesia de Aldoar, em parceria com a Câmara Municipal do Porto, o Museu do Fado, em Lisboa, e o Pé de Vento.

Aldoar em Homenagem ao Fado arrancou a 25 de Fevereiro, com a inauguração de FADO EM EXPOSIÇÃO, patente até 28 de Abril. na Junta de Freguesia de Aldoar - Rua da Vilarinha, 1090.

Mais info: Junta de Freguesia de Aldoar

Aldoar em Homenagem ao Fado

















HISTÓRIA DO SÁBIO FECHADO NA SUA BIBLIOTECA

 

Nova versão em cena de 21 de abril a 18 de maio de 2012, no Teatro da Vilarinha

Texto de Manuel António Pina, com encenação de João Luiz e interpretação de Rui Spranger.

Para m/6 anos

Era uma vez um Sábio que tinha lido todos os livros e sabia tudo. Nada do que existia, e mesmo do que não existia, tinha para si segredos. Sabia quantas estrelas há no céu e quantos dias tem o mundo. Conversava com os animais e com as plantas e conhecia o passado, o presente e o futuro. Como sabia todas as coisas e não tinha nada para saber e conhecer, a sua vida era muito triste e desinteressante. Era uma vida sem espanto…
Às vezes apetecia ao Sábio não saber qualquer coisa, poder perguntar a alguém qualquer coisa que não soubesse. Mas vivia fechado na sua Biblioteca e não tinha ninguém a quem perguntar nada.
Até que, um dia, bateu à porta da Biblioteca um Estrangeiro. O Sábio abriu-lhe a porta…


Assim começa a narrativa dramática História do Sábio fechado na sua Biblioteca que resultou da encomenda a Manuel António Pina de uma peça para assinalar os 30 anos, simultaneamente, do Pé de Vento e da parceria com o autor.

O espectáculo que estreou em Junho de 2008 será revisitado, subindo agora ao palco com um renovado e duplo sentido, ao estar integrado na homenagem do Pé de Vento a Manuel António Pina por ter sido distinguido com o Prémio Camões 2011 pelo conjunto da sua obra, onde se encontra incluído o teatro que temos apresentado desde 1978. Esta homenagem encerra com a estreia de uma peça inédita no último trimestre deste ano.

FICHA ARTÍSTICA
texto Manuel António Pina
encenação João Luiz
cenografia João Calvário | Rui Azevedo
figurinos Susanne Rösler
música Pedro Junqueira Maia
desenho de luz Rui Damas
interpretação Rui Spranger

Em cena de 21 de abril a 18 de maio 2012

Sábados às 16h00 e 21h30 e domingos às 16h00, para público em geral.
3ª a 6ª feira às 11h00 e 15h00, para público escolar, mediante marcação (outros horários a combinar).
NOTA: dia 28, sábado, excepcionalmente não há representações.

ENCONTRO DE BASTIDORES

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12 a 23 de março de 2012

2ª a 6ª feira às 11h00 e 14h00

Para maiores de 6 anos

Duração: 2 horas. Grupos de 40 alunos.

Encontro de Bastidores é um percurso pelo teatro onde o público contacta com o outro lado do teatro – o que não se vê no palco mas está sempre presente...

Neste sentido um ator conduz o grupo através da totalidade das instalações do Teatro da Vilarinha – camarins, oficina de construção de cenários, atelier de confeção de figurinos, cabina de luz e de som, sala de ensaios e de leitura, serviços administrativos e por fim o palco e o sub-palco, sem esquecer os bastidores.

Ao longo do percurso os visitantes contactam ainda com adereços, peças de cenários e figurinos, num encontro com atores, técnicos e demais elementos da companhia, com os quais deverão procurar esclarecer todas as suas interrogações.

Tendo em conta que parte dos elementos do Pé de Vento serão surpreendidos no exercício das suas tarefas quotidianas, um dos objetivos com o debate é permitir um conhecimento mais circunstanciado da vida do teatro. Para que o contacto se possa estabelecer com as diversas artes e ofícios que contribuem para a criação teatral, as visitas estão associados à montagem e ensaios dos espetáculos.

Esta atividade visa, igualmente, o desenvolvimento de novos públicos com uma outra compreensão do espetáculo de teatro, tanto mais que sem esse lado não visível, o do palco não seria possível.

Em cena até 4 de março no Teatro da Vilarinha

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Pé de Vento e Jangada Teatro apresentam Pethelo-a-Kuma, o menino inteligente.
História do escritor angolano João Miranda encenada por João Luiz.







Pethelo-a-Kuma, o menino inteligente

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Coprodução Pé de Vento e Jangada Teatro
Estreia 4 de fevereiro, 21h30, no Teatro da Vilarinha

Pethelo-a-Kuma é o pequeno-grande herói desta história do escritor angolano João Miranda, encenada por João Luiz, que estreia no próximo dia 4 de fevereiro, no Teatro da Vilarinha.

Pethelo-a-Kuma, o menino inteligente sabia quase tudo, mas restava-lhe uma dúvida. Em busca da explicação e entendimento daquilo que não sabia ainda e queria a todo o custo saber, parte rumo ao Kalunga (onde o Sol morre). A viagem de Pethelo resulta numa sucessão de acontecimentos que envolvem o sabor da aventura e a inverosimilhança do sobrenatural, num desenrolar típico da narrativa oral – uma história sem tempo e sem espaço, que dá a conhecer aspetos da tradição cultural angolana.

O desafio de levar à cena um autor oriundo de um país africano de língua oficial portuguesa partiu da Jangada Teatro, de Lousada. A escolha recaiu sobre Pethelo-a-Kuma, o menino inteligente, de João Miranda, porque nos encontramos perante um conto que nos conduz a um mundo fantástico e maravilhoso, explica o Pé de Vento. Esta é a primeira coprodução destas duas companhias de teatro nortenhas.

O espectáculo, direccionado para público infanto-juvenil, fica em cena no Teatro da Vilarinha de 4 de fevereiro a 4 de março: sábados às 16h00 e 21h30 e domingos às 16h00 (para público em geral) e de 3ª a 6ª feira, às 11h00 e 15h00 (para público escolar, mediante marcação).

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
texto: João Miranda
dramaturgia e encenação: João Luiz
cenografia: João Calvário
figurinos: Susanne Rösler
desenho de luz: Rui Damas
ambiente sonoro: Vítor Fernandes
desenho gráfico: Pedro Pires
construção: Rui Azevedo
montagem e operação de luz: Rui Azevedo | Nuno Tomás

interpretação: Bruno Martins | Patrícia Ferreira | Sophia Cunha | Vítor Fernandes

produção: Jangada Teatro - Pé de Vento


www.pedevento.pt
www.jangadateatro.com

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Em cena até 20 de Novembro

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Ensalada Vicentina, de Gil Vicente, com encenação de João Luiz
Estreou a 22 de Outubro, no Teatro da Vilarinha.

Em cena até 20 de Novembro 2011
Sábados às 21h30 e domingos às 16h00, para público em geral;
3ª a 6ª feira às 11h00 e 15h00, para público escolar, mediante marcação (outros horários a combinar)

Espectáculo para m/ 12 anos

ENSALADA VICENTINA

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Estreia sábado, 22 de Outubro, às 21h30, no Teatro da Vilarinha

Ensalada Vicentina é uma incursão no universo dramático e poético de Gil Vicente, uma montagem de textos do Monólogo do Vaqueiro, O Velho da Horta e Pranto de Maria Parda, que leva à cena quatro das figuras mais típicas e tradicionais criadas por Gil Vicente - o pastor, o enamorado serôdio, a alcoviteira e o parvo.

Com encenação de João Luiz e interpretação de Patrícia Queirós e Rui Spranger, Ensalada Vicentina, espectáculo para maiores de 12 anos, estreia a 22 de Outubro, sábado, pelas 21h30, no Teatro da Vilarinha, onde ficará em cena até 20 de Novembro.

Para João Luiz, o teatro vicentino é uma criação original e ímpar, atestando um prodigioso poder de invenção, a partir de elementos tradicionais dispersos, não se conhecendo em Portugal, anteriormente a Gil Vicente, realizações teatrais deste ou de outro tipo.

Durante cerca de 35 anos, Gil Vicente foi, nas cortes de D. Manuel I e de D. João III, uma espécie de organizador encartado dos espetáculos palacianos, com encargo de festejar nascimentos e casamentos, chegadas e partidas de reis e os dias solenes na corte como o Natal e a Páscoa. Os seus autos nasceram das festividades palacianas, comemorando a primeira delas, o Monólogo do Vaqueiro, o nascimento do futuro rei D. João III em 1502. Por isso, este será também o primeiro texto da Ensalada Vicentina.

De seguida, e como o teatro vicentino se apresenta muito variado nas suas formas, é apresentado o Velho (enamorado serôdio) e a Alcoviteira (Branca Gil) da farsa O Velho da Horta. Esta história de amor é um dos exemplos do papel da fantasia no teatro vicentino. O conjunto de textos termina com o Pranto de Maria Parda – porque viu as ruas de Lisboa com tão poucos ramos nas tabernas e o vinho tão caro, e ela não podia viver sem ele.





FICHA ARTÍSTICA

texto Gil Vicente
encenação João Luiz
cenografia João Calvário | Rui Azevedo
figurinos Susanne Rösler
música Pedro Junqueira Maia
desenho de luz Rui Damas

interpretação Patrícia Queirós | Rui Spranger




Maiores de 12 anos

Em cena de 22 de Outubro a 20 de Novembro 2011
Sábados às 21h30 e domingos às 16h00, para público em geral;
3ª a 6ª feira às 11h00 e 15h00, para público escolar, mediante marcação (outros horários a combinar)

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